Bom dia macacada, estamos de volta com a sessão mais charmosa do blog Orangotango. A sessão “Mulheres no Slack” tem o objetivo de valorizar o rolé das mulheres no slackline e incentivar que ainda mais meninas despertem o interesse e comecem a treinar este apaixonante esporte.


Na sessão de hoje conversamos com a mineirinha de Belo Horizonte, Ana Moura. “Aninha”, como costuma ser chamada, tem 15 anos e conheceu o slackline há dois meses, e nos contou que desde então não consegue mais imaginar a sua vida longe do esporte.


Quando perguntamos sobre os benefícios que o slackline trouxe em sua vida ela disse: “Além dos benefícios físicos que eu percebo cada dia mais, como a força que aumentou e o peso que diminuiu rs, também mudou muito minha mentalidade, eu agora tenho mais concentração, equilíbrio, coordenação e paciência, coisas que eram muito difíceis de eu conseguir ter.”


Aninha pratica trickline, modalidade de manobras sobre a fitae costuma treinar em praças de sua cidade, como a Praça do Papa, Floriano Peixoto, Marco 0 e Praça JK, que geralmente são pontos de encontro da galera do grupo “Eu gosto da sensação de quando piso em cima da fita, é como se a fita fosse meu segundo corpo, pode parecer estranho, mas é como se eu me sentisse mais leve, mais capaz de fazer as coisas, eu esqueço tudo na minha volta.  Acho que é por isso que me arrisco e me machuco tanto. rs “


Ana nos disse que se espelha principalmente nas atletas Elli Schulte e na brasileira Carol Rangel , segundo ela, por também serem slackgirls e mandarem muito bem hoje em dia. Ana também se inspira  no Lukas Huber que segundo ela começou a praticar o slackline com a mesma idade que ela tem hoje e agora estar arrasando na fita.

E também nos contou que as manobras que ela mais curte no esporte são, o spiral chest e o mojo tap spin, mas que seu desafio atual está nas manobras estáticas. “Quero conseguir fazer o reverse drop knee e o one foot lever. Mas também quero aprimorar meu Butt bounce pra começar a pensar em fazer outras manobras.” Disse ela.

Perguntamos a ela o que o slackline mudou em sua vida e a resposta foi:
“Mudou tudo! Eu estou mais confiante, saudável e quando acho que já não tem mais como, fico mais apaixonada com o slackline.”

Sobre o envolvimento das mulheres brasileiras no Slackline, ela nos disse que acha que ainda existem poucas mulheres fazendo o slackline no Brasil, mas as que fazem estão indo muito bem. Para Ana as mulheres se arriscar mais, tentar mais e não ter medo.

“Penso que devia haver mais incentivo pras mulheres quanto ao slack, é importante ter representantes do sexo feminino para embelezar o esporte né rs”

Com certeza Aninha!!! Muito obrigado pela entrevista, com certeza servirá de motivação para várias meninas que estão afim de iniciar no esporte. Desejamos a você muitos treinos e é claro muita evolução também.


Segue abaixo um vídeo muito legal, em que a Ana Moura participa, editado pela galera do Pé na Fita, em homenagem ao dia das mulheres.




Domingo que vem tem mais Mulheres do Slack!!!!
Viva Slack \o/ sua vida em equilíbrio!

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